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Cidades-sedes, Curiosidades e Estatísticas

Cidades-sede

Para sediar os jogos da Copa do Mundo, a Rússia preparou doze estádios distribuídos em onze cidades-sede:

 

- Kaliningrado

- Kazan

- Moscou (2 estádios)

- Níjni Novgorod

- Rostov

- São Petersburgo

- Samara

- Saransk

- Sochi

- Volgogrado

- Ecaterimburgo

 

Além da capital do país, a Fifa e Comitê Organizador Local (COL) optaram por escolher cidades importantes como São Petersburgo, a segunda maior, e Kazan, com importância histórica, além de Sochi, que abrigou a Olimpíada de Inverno de 2014. Todas as sedes estão na parte europeia da Rússia, com Iecaterimburgo sendo a cidade mais ao oriente de todo o Mundial, e Caliningrado, a mais próxima do restante da Europa – inclusive esta é a única sede separada no território russo, sem conexão direta: trata-se de um enclave situado entre a Lituânia e a Polônia.

 

O principal palco do Mundial será o estádio Luzhniki, na capital russa, o maior de todos do torneio, com capacidade para 81 mil fãs. Ele abrigará a grande final, além do jogo de abertura, uma semifinal, uma oitava de final e mais três jogos da fase de grupos. O menor estádio da Copa fica em Caliningrado, com 35.212 lugares.

Fonte: Brasil Escola

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Fonte: Globo Esporte.com 

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Curiosidades e Estatísticas

 

A Copa do Mundo é um evento que reúne muitas fatos curiosos. Idealizada na fundação da FIFA em 1904, a Copa do Mundo só foi realizada após a reconstrução da Europa dos destroços da Primeira Guerra Mundial. O primeiro torneio foi disputado em 1930 no Uruguai. Os anfitriões foram os primeiros campeões mundiais. O Brasil ganhou as Copas de 1958 na Suécia, 1962 no Chile, 1970 no México, 1994 nos Estados Unidos e 2002 na Coreia do Sul e Japão. Conheça mais sobre as curiosidades das Copas do Mundo.

Fonte: duplipensar.

Fonte: suapesquisa

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Técnicos do Brasil em todas as Copas

 

O Brasil é o único pais do mundo que participou de todas as Copas do Mundo de Futebol. Apresentamos abaixo uma lista com o nome de todos os técnicos que dirigiram a seleção brasileira desde a Copa do Mundo de 1930 no Uruguai até a Copa da Rússia de 2018.

 

1930  - Píndaro do Carvalho

1934 - Luís Vinhais

1938 - Ademar Pimenta

1950 - Flávio Costa

1954 - Zezé Moreira

1958 - Vicente Feola

1962 - Aimoré Moreira

1966 - Vicente Feola

1970 - Mário Jorge Lobo Zagallo

1974 - Mário Jorge Lobo Zagallo

1978 - Cláudio Coutinho

1982 - Telê Santana

1986 - Telê Santana

1990 - Sebastião Lazaroni

1994 - Carlos Alberto Parreira

1998 - Mário Jorge Lobo Zagallo

2002 - Luis Felipe Scolari

2006 - Carlos Alberto Parreira

2010 - Dunga

2014 - Luíz Felipe Scolari (Felipão)

2018 - Adenor Leonardo Bacchio (Tite)

Países sede da Copa do Mundo de futebol (1930-2018)

 

1 vez

Uruguai - 1930

Suíça - 1954

Suécia - 1958

Chile - 1962

Inglaterra - 1966

Argentina - 1978

Espanha - 1982

Estados Unidos - 1994

Coreia do Sul - 2002*

Japão - 2002*

África do Sul - 2010

Rússia - 2018

 

* Sede dividida entre os dois países.

  • Maior público em Copas do Mundo: 174.000 no jogo Uruguai 2 x 1 Brasil em 16 de julho de 1950 - Estádio do Maracanã - Rio de Janeiro.

  • Maior público e Eliminatórias: 162.764 no jogo Brasil x Colômbia em 9 de março de 1977 - Estádio do Maracanã - Rio de Janeiro.

2 vezes

Brasil - 1950 e 2014

Alemanha - 1974 e 2006

França - 1938 e 1998

Itália - 1934 e 1990

México - 1970 e 1986

Fonte: duplipensar

O Logotipo

 

A FIFA revelou o logo oficial da próxima Copa do Mundo, que acontecerá na Rússia em 2018. O design foi apresentado por astronautas soviéticos diretamente da Estação Espacial Internacional (ISS).
A proposta é representar "a rica tradição artística, história de conquistas e inovação" do país. A criação é do estúdio português Brandia Central, que recentemente mostrou o logo da Copa América 2015, no Chile.

Fonte: www.uol.com.br Para mais informações clique aqui

Mascote da Copa 2018 ganha nome de Zabivka

 

A Copa do Mundo de 2018, na Rússia, já tem seu mascote definido. Trata-se do lobo siberiano Zabivaka, que foi eleito em votação aberta, que teve mais de um milhão de participações.

O vencedor duelava com um tigre e com um gato. Zabivaka recebeu 53% dos votos para ser o ganhador. O tigre ficou em segundo, com 27%, enquanto o gato teve 20%, terminando em último lugar.

Segundo a FiFa, Zabivaka significa, em russo, algo como “aquele que marca gols”

Fonte: veja.abril.com.br
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Lista de mascotes da Copa do Mundo de Futebol FIFA

 

Copa do Mundo de 1966 na Inglaterra - Willie, um leão

Copa do Mundo de 1974 na Alemanha Ocidental - Tip e Tap, dois jovens

Copa do Mundo de 1978 na Argentina - Gauchito, um garoto

Copa do Mundo de 1982 na Espanha - Naranjito, uma laranja

Copa do Mundo de 1986 no México - Pique, uma pimenta

Copa do Mundo de 1990 na Itália - Ciao, um boneco

Copa do Mundo de 1994 nos Estados Unidos - Striker, um cão

Copa do Mundo de 1998 na França - Footix, um galo

Copa do Mundo de 2002 na Coreia do Sul e Japão - Ato, Kaz e Nik, criaturas futurísticas

Copa do Mundo de 2006 na Alemanha - Goleo VI e Pille

Copa do Mundo de 2010 na África do Sul - Zakumi

Copa do Mundo de 2014 no Brasil - Fuleco

Copa do Mundo de 2018 na Rússia - Zabivaka

As mascotes estão em qualquer evento de grande porte, a Copa do Mundo não poderia ser diferente. A Copa do Mundo é um evento visto com bilhões de pessoas e que envolve bilhões de dólares. As mascotes se tornaram no século XX um poderoso instrumento para impulsionar as vendas de produtos relativas aos eventos e para caracterizá-los. É impossível lembrar das Olimpíadas de Moscou sem se associar ao ursinho Misha. Realizadas em 1980, durante a Guerra Fria, as Olimpíadas viraram uma arma de propaganda política. Mesmo com o boicote liderado pelos Estados Unidos, devido à invasão do Afeganistão pelos soviéticos, a lembrança da Olimpíada realizada em 1980 continua viva. Como não esquecer o choro de Misha no encerramento dos jogos?

Curiosidades de 1962

 

A campanha do Brasil A Seleção Brasileira que aterrissou no Chile em 1962 trazia na bagagem o primeiro título mundial, conquistado quatro anos antes, na Suécia. A equipe que deixara para trás o Complexo de Viralatas, expressão eternizada por Nelson Rodrigues para identificar a incapacidade de o “escrete”, até então, se destacar em eventos internacionais, tinha no elenco várias estrelas, como Gilmar, Djalma Santos, Nílton Santos, Didi, Zagallo, Vavá, Pepe, Zito, Garrincha e Pelé. Além deles, oito novatos em Mundiais: Jair Marinho, Jurandir, Altair, Zequinha, Mengálvio, Jair da Costa, Coutinho e Amarildo.

Logo na segunda partida do Brasil, diante da Tchecoslováquia, um revés. Pelé, que deu uma assistência e marcou um gol no primeiro jogo, diante do México, se contundiu. Não pôde jogar mais o campeonato. Felizmente para a Seleção, o elenco tinha um segundo trunfo, pronto para assumir o protagonismo, se tornar o melhor jogador do torneio e um dos principais responsáveis pela conquista do bi. Um ponta direita de pernas tortas, dribles desconcertantes e pontaria invejável. Começava a se desenhar a Copa de Garrincha. Confira, jogo a jogo, o caminho do bi.

 

30 de maio de 1962

Brasil 2 x 0 México

Local: Viña Del Mar

O nervosismo típico de estreia fez com que o jogo chegasse ao intervalo sem gols. No início do segundo tempo, aos 11 minutos, Pelé cruzou da direita milimetricamente e Zagallo, de peixinho, marcou o primeiro. Aos 27 minutos, Pelé levou um dos zagueiros com um drible de corpo, invadiu a área e, quase caindo, chutou forte, de canhota, para dar números finais ao placar. 2 de junho de 1962 Brasil 0 x 0 Tchecoslováquia Local: Viña del Mar, Estádio Sausalito Foi no empate com a Tchecoslováquia que Pelé deu adeus a sua participação na Copa de 62. Ele chutou uma bola de fora da área aos 28 minutos do primeiro tempo e caiu no chão. Diagnóstico: estiramento na coxa. Como substituições não eram permitidas, Pelé ficou em campo, fazendo número, até o final. A partir do jogo seguinte, seria substituído por Amarildo. Garrincha até acertou a trave, mas o placar terminou mesmo sem gols.

 

6 de junho de 1962

Brasil 2 x 1 Espanha

Viña del Mar, Estádio Sausalito

Gols: Abelardo 35'-1°, Amarildo 27'e 86'-2°

Sérgio Bustamante. Nem espanhol, nem brasileiro. Chileno. Não jogava na linha nem no gol. Mas com um apito na boca. O árbitro da partida que definiria a classificação brasileira para a segunda fase e a consequente eliminação da Espanha foi um dos protagonistas da partida. A equipe espanhola abriu o marcador aos 35 minutos do primeiro tempo e teve, em seguida, a chance de ampliar. O zagueiro Nilton Santos fez pênalti num atacante adversário, mas, esperto, deu dois passos para frente, saiu da área e o árbitro transformou a penalidade em falta fora da área. Na cobrança, nova polêmica. Bustamante apitou um impedimento que ninguém viu instantes antes de Puskas marcar, de bicicleta, o segundo gol espanhol. Arbitragem à parte, a Seleção soube aproveitar as chances que teve. No segundo tempo, Amarildo, o “Possesso”, na definição de Nelson Rodrigues, marcou duas vezes. A primeira com oportunismo, após cruzamento da esquerda de Zagallo, aos 27. A segunda numa jogada desenhada por Garrincha, aos 41. O ponteiro direito, na sua melhor característica, driblou dois defensores, chegou à linha de fundo e mirou a cabeça do artilheiro. Amarildo conferiu.

 

Quartas de final

Brasil 3 x 1 Inglaterra

Local: Viña del Mar, Estádio Sausalito

Gols: Garrincha 30’-1º 14’-2º, Hitchens 38’-1º e Vavá 8’-2º

A fase do mata-mata marca o período da competição em que a Seleção decola, muito em função de Mané Garrincha chamar para si a responsabilidade. Antes do jogo, o jogador profetizou que o placar seria 3 x 1 para o Brasil. Como o resultado foi o mesmo, os jornais ingleses deram a seguinte manchete: " Garrincha é extraterrestre”. Aos 30 do primeiro tempo, depois de Zagallo bater escanteio, Garrincha ganhou a dividida com Norman e cabeceou para dentro do gol inglês. Vale ressaltar que o cabeceio não era tido como uma das especialidades de Mané. O troco veio oito minutos depois. Uma cobrança de falta encontrou  Greaves. Ele cabeceou, a bola bateu na trave e sobrou limpa, aos pés de Hitchens, que converteu. No intervalo, 1 x 1. Veio o segundo tempo e aos oito minutos Garrincha bateu falta, outra novidade para muitos. A bola atravessou a barreira, o goleiro Springett bateu roupa e Vavá, de cabeça, conferiu. O último gol do Brasil e o passaporte para a semifinal saiu novamente dos pés de Garrincha, e mais uma vez em jogada fora do script esperado. Amarildo passou a bola para Mané, que chutou de longe, próximo da meia lua da área, pelo lado esquerdo do ataque. A bola entrou no ângulo esquerdo do goleiro inglês.

 

Semifinal

Brasil 4 x 2 Chile

Local: Santiago, Estádio Nacional de Chile

Por a semifinal brasileira ser contra os Chilenos, os donos da casa, a delegação tomou vários cuidados antes do jogo. Na manhã do duelo, a comissão técnica brasileira saiu para comprar salame, mortadela, queijo e pão. Os jogadores almoçaram apenas sanduíches. Havia um temor de que algo pudesse ser colocado na comida do hotel. Depois, a comitiva viajou de trem. Os jogadores desceram duas estações antes do destino final e seguiram de ônibus diretamente para o Estádio Nacional, driblando a multidão que foi à estação de trem hostilizar os brasileiros. Em campo, novo show de Garrincha. Logo aos 9 minutos, Amarildo errou uma bicicleta dentro da área e a bola sobrou para Mané, na entrada da área. Ele chutou com violência, de canhota, no ângulo esquerdo do goleiro Escuti.  Aos 31, Zagallo e Garrincha fazem um gol parecido com o convertido contra a Inglaterra. Zagallo bateu escanteio e Garrincha correu boa parte da extensão da área para cabecear para a rede. Pouco antes do fim da etapa inicial, Toro reacendeu a esperança local, descontando para o Chile em cobrança de falta perfeita. Na segunda etapa, não houve tempo para os chilenos crescerem. Logo aos três minutos, Vavá marcou o terceiro do Brasil, após escanteio cobrado por Garrincha. Com 17 minutos do segundo tempo, Leonel Sanchez ainda diminuiu de pênalti. Mas aos 32 minutos Vavá balançou novamente a rede com um gol de cabeça dentro da pequena área. O final do jogo ainda contou com a expulsão de Garrincha, que deu um pontapé no lateral  chileno Rojas. Felizmente para o Brasil, a Seleção pôde escalar o astro na decisão.

 

Final 17 de Junho de 1962

Brasil 3 x 1 Tchecoslováquia

Local: Santiago, Estádio Nacional de Chile

Gols: Masopust 15’-1º, Amarildo 17’-1º, Zito 24’-1º, Vavá 33’-2º

Depois do 0 x 0 da primeira fase, Brasil e Tchecoslováquia se reencontraram na final. E o início não foi promissor para a torcida verde-amarela. Aos 15 minutos, Masopust fez fila na entrada da área brasileira, entrou livre, aproveitou a saída do goleiro Gilmar e marcou. O alívio veio dois minutos depois. Amarildo, após receber a bola de um arremesso lateral, passou por Pluskal e Tichy, foi até a linha de fundo e, meio sem ângulo, chutou cruzado: 1 x 1. Aos 24 minutos do segundo tempo, Zito virou com um gol de cabeça, após bela jogada de Amarildo, que dribou um defensor quase dentro da pequena área e cruzou na medida para o cabeceio. Para concretizar a vitória, Vavá marcou o terceiro: Djalma Santos recebeu arremesso lateral, passou por Jelinek e cruzou. O goleiro tcheco se atrapalhou e perde a bola. Vavá, oportunista, fechou a conta do bi. Coube ao capitão Mauro Ramos de Oliveira a honra de erguer a taça Jules Rimet. Ficha técnica do Brasil: Colocação: Campeão Campanha: seis partidas: cinco vitórias, um empate, catorze gols a favor e cinco gols contra. O time da final: Gilmar, Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nilton Santos; Zito e Didi; Amarildo, Garrincha, Vavá e Zagallo. 

Fonte: copa2014.gov.br

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